DICAS DE FILMES, LIVROS, BARES, PEÇAS E ESPETÁCULOS NO RIO DE JANEIRO

Arquivo para abril, 2011

Qual seu filme de terror preferido? Pergunta clássica, resposta original…

Quem está falando?

Mas é lógico que fui assistir a Pânico 4, um dia depois da estreia, no último sábado. Aproveitei o encontro mensal (que na verdade é sempre semestral) com meus amados amigos do coração (é muito amor), Manuela e Vicente, pra conferir o filme. Eu tinha certeza de que iria valer a pena pagar o caro ingresso do New York City Center pra matar a saudade de um dos clássicos do terror, que no fim das contas virou motivo de piada no mundo cinematográfico. Mas, que o primeiro da série foi sensacional, ISSO FOI. Até hoje lembro do dia em que peguei o filme na locadora. Bem…

Na quarta parte de Pânico, os meus personagens de sempre: a coitadinha da Sidney Prescott (Neve Campbell), muito bem definida no filme pelo (a) (s) assassino (a) (s) como uma nova versão do psicopata de Halloween Michael Myers, que assim como o nosso querido Jason, não morre nunca; a repórter e botox puro Gale Weathers (Courteney Cox); e o xerife Dewey (David Arquette).

Sairam do cinema sem querer me matar, como da última vez!

É engraçado do início ao fim, não por ser ridículo, mas por debochar o tempo todo deles mesmos! ADORO auto-deboche! As cenas de abertura são um dos pontos altos>>> nem vou dar muitos detalhes pra não perder as surpresas!

Dá uma olhada na sinopse que roubei no site do UCI e melhorei:

Dez anos se passaram e Sidney Prescott é agora uma reconhecida autora de livros de auto-ajuda. Na última viagem de divulgação de sua publicação, Sidney vai a Woodsboro. Em sua cidade natal, ela reencontra o xerife Dewey e Gale, agora casados. O probleminha é que a sortuda é atormentada pelo novo (s) ou velho (s) Ghostface (s).

O final do filme eu já previa! Né, Manu e Vi?! É bem original !!!

Resumindo: meu bonequinho diz que Pânico 4  virou um clássico do humor negro…superou Mamãe é de Morte, topo de sua lista. Ele também adorou as novas formas de matar. Vivendo e aprendendo…


Outro post dentro deste post

Antes ou depois do cineminha, uma das dicas pra matar a fome é ir no The fifties, lanchonete estilo anos 50, logicamente. Gostei dos sandubas e do ambiente. Não é baratinho, mas é gostoso!

Por Marcelle Colbert

 

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Um típico tijucano!

Vanessa, uma típica tijucana, e o menu do bar, um típico tijucano

Semana passada, decidi (depois de muita “insistência” do Guedes de Freitas e da Vanessa, integrantes do Bonde da Tijuca) apreciar uma gelada no bar-restaurante tijucano Roquinha. Gostei! O “chopps” estava delicioso e o petisco, uma porção de aipim ( um dos mais típicos de cachaceiros), também.

Pela primeira vez, vou ser mais direta…Chega de enrolar os nossos milhares de leitores (Essa foi ótima!). Ah! Chega também de comentários feitos entre ( ). Que coisa chata! Bem, o restaurante é MUITO recomendável e fica na Rua General Roca, claro… por isso o nome do bar. Dã! > >> Só depois de um tempo, liguei o nome à pessoa. Enfim…uma dica cheia de “típicos e típicas”.

Esse post é dedicado aos meus queridos amigos tijucanos…(Falta do que escrever é foda!) >>> Sorry pelas aspas! É mais forte que eu!

Por Marcelle Colbert


Contagem regressiva pra chorar no show do meu ‘second’ deuso

Paul, Paul, Paul and Paul

Atencione: essa é a melhor dica que alguém poderia postar neste blog:

No dia 22 de maio, o único domingo que amarei pra sempre, Sir James Paul McCartney realiza o sonho da vida de pessoinhas como eu, uma menina criada a leite com The Beatles. No setor oeste inferior do Engenhão (o melhor lugar para uma pessoa de estatura mediana ver o seu deuso number two), estará uma mulher louca e frenética: eu!!! É de lá que vou riscar o último item da minha lista “sonhos de uma criança mimada e revoltadinha, mas com bom gosto”.

Nem é preciso dizer muita coisa pra justificar a minha dica. É o Paul!

A pré-venda (como ando gritando por aí, o site http://www.ingresso.com quase me matou do coração com seus erros) começou na terça-feira, às 23h50. Os ingressos acabaram para os clientes do Bradesco, mas ainda há esperança: na quinta-feira, a partir das 9h, milhares de internautas estarão apertando freneticamente o F5 de seus computadores para conseguir um “lugar ao sol”.

Os convites para ver o homem que canta as músicas que não podiam faltar em minhas festinhas de aniversário (sempre tive bom gosto, tá?!! E tenho vídeos que comprovam isso. Falo logo! rs*) custam R$ 300 (pista comum), R$ 180 (arquibancadas superiores), R$ 340 (arquibancadas inferiores) e R$ 700 (Vipão). Agora, pelo amor de Deus não vai deixar de “meter a mão no bolso” e perder o Paul! Tem meia-entrada, obviamente…

E a contagem regressiva começou: faltam 40 dias (Tenho quase certeza q é isso. Tô sem saco de contar no calendário e sou jornalista, o que quer dizer que Io tenho dificuldades com números). De qualquer forma, isso é muito tempo pra uma pessoa que tem TOC.  Mas vou esperar sem (muitos) ataques de ansiedade.

Por Marcelle Colbert


Uma dica que uma amiga minha me deu…

Bolinho de feijoada e cervejinha! Tudo de bom!

 

Gente, confesso que este post é o cúmulo da preguiça! A dica chegou por e-mail e vou simplesmente colar o texto aqui! Beleza? É da minha amiga Cátia Vasconcelos.

Leiam o @ na íntegra:

Ah! Outra dica legal, mas de cunho alcoólico, é o Aconchego Carioca. Este bar é uma graça e fica na Praça da Bandeira. Lembrei agora que vc gosta de cerveja e lá eles servem as geladinhas de vários países. O único problema de lá é que é um pouco caro, mas tem tbm um bolinho de feijoada que é demais. Se tiver um tempinho, vá até lá e experimente o tal bolinho que é maravilhoso.

Bjs e um ótimo domingo!

 

Eu vou, sim!!!!! Vamos?! Aliás, amo bolinho de feijoada!


Postado por Marcelle Colbert


Ainda dá tempo de ver ao “vivo” o Príncipe das Trevas…ou não

Vovô Ozzy in Rio!!!!!!

É amanhã! Pra falar a verdade, acho que não dá mais tempo… só se você comprar o ingresso com um cambista, mas vou manter esse título aí de qualquer forma. Sem MUITA enrolação: como esqueci de dar essa dica? Vovô Ozzy, como chamo o Príncipe das Trevas na intimidade, me mataria…comeria o meu passarinho de estimação…(Que piada podre e nada original qnd se trata de John Michael Osbourne, mas também não vou apagar. Tô revoltada! Que aturem as minhas piadinhas ridículas!).

 

O eterno Black Sabbath!!!!

Bem, ele sobe no palco do Citibank Hall, na Barra da Tijuca, às 21h. Fui ao último show do fofo do Ozzy e podem ter certeza que, apesar de tudo (quem tem o mínimo de conteúdo, sabe o que estou querendo dizer com “tudo”. Não vou ficar enumerando, porque hoje eu não tô afim. Joga o nome dele no Google. Rs*), é ÓTIMO! Qnd vc terá outra oportunidade de ver de pertinho a bunda de um dos ícones do rock’n roll? Bem, não sei esse ano, mais no show que fui tive o desprazer de ver. Qnd vc acha que voltará a ver o cara que canta Paranoid ali no mesmo metro quadrado que vc? O eterno Black Sababath!!!! É infância para alguns, pra mim! 

A única coisa que lamento desse show é a falta do Zakk Wylde…Nossa! Aquilo é um guitarrista foda! Adoro!

P.S: espero que ele não cancele o show por causa de uma grade…

Por Marcelle Colbert


Um pouco da França em Búzios

L’escale, em Búzios

Esqueça todos os crepes que você já comeu. Depois de provar o crepe do L’escale, em Búzios, vai ser difícil encontrar algo parecido por aí (a não ser que você vá a Paris…). Sabe por que? Porque o principal ingrediente usado na massa vem direto da França e é exatamente ele que faz toda a diferença no sabor: a farinha de trigo sarraceno.

Impossível não perceber a diferença. O crepe fica com outra cor, mais leve, mais crocante. Eu pedi o completo (presunto, queijo e ovo) e saí feliz da vida. Além disso, vale lembrar que, mesmo sendo comandado por um chef francês, o restaurante não é caro e não tem afetação. Muito pelo contrário. É simples, tem atendimento caloroso e fica no final da Orla Bardot, de frente para a Praia dos Ossos. O crepe custou R$ 18, praticamente o mesmo preço do Chez Michou, creperia tradicionalíssima da Rua das Pedras…

E pra fechar o menu francês, outra dica. Não deixem de provar os profiteroles da casa, que vêm com (farta) calda de chocolate quente. Um absurdo… Ah, desculpem por não ter feito foto dos pratos. Na hora eu nem me lembrei! Olho graaaaaande… Mas pra me redimir fiz uma do restaurante, ok?

Em breve eu volto com mais dicas do paraíso…

Por Renata Cruz


Se o caiaque não virar, olê, olê, olá….

Caiaque in Búzios...

Férias sempre rendem bons posts, seja para dar boas dicas ou para dar dicas de programas furados. Então, pra situar vocês, queridos leitores, explico que estou naquele delicioso dolce far niente de Búzios, de onde pretendo mandar novidades para nosso querido blog.

Depois de declinar do curso de mergulho (sou peixes só no signo. Tenho pânico só de pensar em respirar por um tubo debaixo da água), resolvi ser companheira e passear com o meu marido de caiaque duplo na Praia de Geribá. Ok, ok. Sei que parece coisa de turista. Exatamente o que eu não sou, já que há 15 anos minha família tem casa aqui. Mas eu pensei:

“Ah, legal tentar algo novo, né? E isso não deve ser difícil…”.

E lá fomos nós. Sob chuva e um ventinho frio (que o Luiz achou “agradável”) alugamos o tal barquinho e partimos mar adentro, nos achando verdadeiros atletas olímpicos. Devia estar no mínimo engraçado olhar de longe aquele casal tentando acertar a remada (minha terapeuta diria que isso é metafórico, rs). Lá pelas tantas (ou seja, dez minutos depois), a gente achou que estava arrasando e o Luiz teve a brilhante ideia de descer uma onda com o caiaque.

Conclusão: nossa pequena embarcação virou, quase bateu na minha cabeça e eu fiz aquele bico típico das meninas de cinco anos. A brincadeira perdeu a graça e eu fiquei morrendo de frio até voltar pra casa. Mas, como boa blogueira, não podia perder a chance de transformar essa experiência em um post. Então, quando vierem para Geribá, vocês decidam se andar de caiaque pode ser legal ou um programa de índio.

Se o caiaque não virar, olê, olê, olá….

Por Renata Cruz